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Existe amor em SP?

O que é o amor, o que é São Paulo – Dois conteúdos tão fartos que se tornam etéreos e por que não, efêmeros. Tanto no amor quanto na pauliceia, a subjetividade e a matéria dançam em extremos que lhes conferem arte e poieses. A dor e a solidão se transformam em fatos e daí surgem linguagens paralelas para dizer o mesmo daquilo que  nunca será igual.

São Paulo, Mon Amour foi aberta oficialmente nesta noite de terça, 13. A exposição coletiva ficará no MuBE – Museu Brasileiro de Escultura até o dia 1º de abril. O espaço foi dividido entre fotografias, vídeos, instalações, murais de graffiti e projetos que sintetizam as variáveis tanto da própria São Paulo, quanto daqueles que foram marcados por seu domínio.

Participam da coletiva os artistas Alessandra Cestac, Breno Rodrigues, Caecilia Tripp, Djan Ivson, Gal Oppido, Paulo Ito, Rogério Canella, Xavier Faltot. A curadoria é de Sérgio Miguel Franco. A primeira São Paulo, Mon Amour foi realizada em Paris, no ano de 2009. Na versão atual, segundo Franco, “no contexto singular da cidade que a inspirou”, os artistas fazem do espaço público suporte para a expressão manifestando a multiplicidade e fragmentação do conjunto sempre flexível de São Paulo. É preciso vencer a barreira das proibições e controles pela vida sem vida da cidade cosmopolita.

De forma geral, cada obra e ambiente inspira desejos e pensamentos bem próximos ao que a cidade parece exaltar – grandiosidade, luxúria, cotidiano, solidão, mas a arte desvenda, cicatrizando o tempo doloroso, renovando a pele do artista, dos objetos e dos observadores. E isto está desde o muro com desenhos de cenas do cotidiano da gente paulistana à intimidade dolorosa de uma cama romanticamente depressiva, das pesadas máquinas dos subterrâneos ao delicado aroma de curvas e pentelhos. A cidade é gigante, mas também é um fantasma, um imenso pensamento translúcido materializado num museu de esculturas – tridimensionalidade. Mesmo quando não é São Paulo, a transgressão estética do espírito que a veste, aniquila a territorialidade.

Gal Uppido | Alessandra Cestac

Xavier Faltot

Gal Oppido | Alessandra Cestac

Djan Ivson

Rogério Canella

Breno Rodrigues

O quarto - uma performance solitária horas a fio

Alessandra Cestac

Alessandra Cestac | O quarto - uma performance solitária horas a fio

Paulo Ito

Paulo Ito

Alessandra Cestac

Gal Oppido

Gal Oppido

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J P de Oliveira

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