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Meio Desligado | Música

Criado por Marcelo Santiago, o blog musical “Meio Desligado” promove a troca e a a emergência de uma rede independente de músicos, público e produtores. Estamos em tempos em que música parece voltar a ter seu valor cultural (e econômico), em meio a uma nova geração cansada do mesmo, que consume, mas produz informações, opiniões e experiências coletivas.

Eis a definição de si pelo próprio Meio Desligado (retirado do site):

Sobre o Meio Desligado

Música independente brasileira. Simples. Não é preciso um longo e pomposo texto para explicar isso. Talvez você queira ler o primeiro texto publicado por aqui para entender a proposta inicial. Ou talvez você devesse simplesmente saber que a experimentação de formatos e linguagens e uma cobertura aprofundada da cena musical independente, hipermidiática, conceitual, que busque a transmissão e construção de conhecimentos coletivos sobre toda uma cena e um mercado, além de sua relação com a tecnologia, é a base do Meio Desligado.

Na verdade, em vez de ler qualquer coisa que pudesse ser escrita para tentar descrever o Meio Desligado o melhor é explora-lo, participar, pensar…

E, para ajudar a contextualizar, eis alguns prêmios e comentários recebidos:

  • Eleito pelo Yahoo! um dos 100 blogs mais relevantes em língua portuguesa
  • Projeto suplente no edital nacional Prêmio de Mídias Livres, do Ministério da Cultura
  • Representante exclusivo do Brasil na rede mundial Music Alliance Pact, que reúne blogs de cerca de 40 países especializados em música alternativa e realiza coletâneas mensais com artistas independentes de seus respectivos países, alcançando, juntos, mais de 2 milhões de acessos mensais. Para se ter uma ideia, o representante da Inglaterra no projeto é o jornal The Guardian, um dos maiores do país
  • “Podemos reclamar pela figura do critico “full time”. O jornalista Alexandre Matias é um exemplo de como pode ser essa figura do critico depois do fim das revistas. O seu Trabalho Sujo é genial. Mas, assim como na Rolling Stone nacional, por motivos opostos, a parte de grandes resenhas é a mais fraca do blog. É louvável a tentativa do Matias de contradizer a falácia de que a crítica na internet é superficial. Mas, pelo menos na minha opinião, nesses momentos ele passa do ponto em textos longos que acabam caindo em frases sem muito sentido (quando resolve fazer teses sobre o Lost, por exemplo). O fato é que não existe ainda uma geração de críticos 100% “da internet”. Mesmo o fenômeno Pitchforkmedia.com, por exemplo, ainda tem uma lógica muito de articulista de revista.Um representante mais à frente nessa transição, no Brasil, é o Marcelo Santiago, do Meiodesligado.com, com mais preocupação em experimentar o formato do que polir o conteúdo” (Rodrigo Ortega, editor da revista Billboard)
  • “O melhor blog de Minas” (Makely Ka, músico, poeta, produtor)
  • “O Pitchfork brasileiro” (um gringo disse isso, infelizmente não lembro seu nome)
  • “Um dos poucos blogs que sempre leio” (Fabrício Nobre, produtor cultural, ex-presidente da Abrafin – Associação Brasileira de Festivais Independentes)

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